Índice Climático Urbano
Metodologia
O Índice Climático Urbano é uma pontuação publicada para uma cidade, uma área de interesse e um mês. A fórmula e a regra de temporada declaram-se em cada publicação. O índice cobre o ano inteiro e cidades de todo o mundo; o que segue é a forma de partida, ajustada por temporada e latitude.
Forma publicada da pontuação
Índice Climático Urbano = z(LST) + 0,4 × z(ar) + 0,3 × z(humidade) − 0,15 × z(chuva)
* Forma genérica publicada para uma leitura de mês quente. Cada z padroniza-se entre as zonas desse mesmo corte; mais baixa é mais confortável.
** O índice adapta as regras às condições particulares de cada cidade. Um mês frio inverte a direção do conforto. A temperatura de superfície mantém peso 1. O peso do vento declara-se em cada corte.
Temperatura de superfície
Usamos temperatura de superfície Landsat para a composição mensal. A resolução térmica é de cerca de 100 metros; as bandas de apoio, 30 metros.
O mês é uma composição mediana das cenas satelitais aproveitáveis. Descartamos as cenas cuja máscara de nuvens cobre a maior parte da pegada urbana dessa passagem. Só entram na composição os píxeis térmicos claros. Não são trinta leituras diárias.
Os píxeis cortam-se a classes de solo urbano: residencial, comercial, industrial, retalho. Zona húmida, cultivo ou parque que fique dentro de um polígono após esse corte entra na pontuação.
Estações oficiais
O ar, a humidade e a chuva vêm da rede oficial de estações desse país: o serviço meteorológico nacional.
Cada zona herda essas variáveis da estação oficial mais próxima que reporta cada uma. Não há superfície interpolada de humidade nem de chuva. Essas leituras de estação entram na pontuação como z, junto à temperatura de superfície.
As mesmas estações podem registar também o vento. Se o vento tem peso num corte concreto declara-se na regra publicada desse corte.
Regras de temporada
Num corte de mês frio, o conforto vai ao contrário: uma pontuação mais alta é mais confortável. A regra publicada desse corte fixa a direção.
O índice adapta as regras às condições particulares de cada cidade.
A temperatura de superfície manda porque o seu peso é 1. A humidade e a chuva só movem uma zona quando essa zona usa outra estação que as vizinhas.
Duas escalas
O índice publica-se em duas escalas: polígonos de bairro dentro de um município, e municípios numa área metropolitana. São escalas separadas e não se misturam num só ranking.
Perguntas de método
Qual a diferença entre temperatura de superfície e a do ar?
A superfície é a temperatura de superfície no solo, da composição térmica. O ar é o que mede a estação oficial. São duas magnitudes. O índice usa as duas. Não as trata como uma só classe de ilha de calor.
Que satélite?
Usamos temperatura de superfície Landsat para a composição mensal. A resolução térmica é de cerca de 100 metros; as bandas de apoio, 30 metros. O mês é uma composição das cenas aproveitáveis após o filtro de nuvens.
Que estações meteorológicas?
A rede oficial de estações desse país: o serviço meteorológico nacional. Cada zona toma a estação mais próxima que tem essa variável. Não há superfície interpolada de humidade nem de chuva.
O vento entra na pontuação?
As estações podem registar o vento. Se o vento tem peso declara-se na regra publicada de cada corte. A forma de cima usa temperatura de superfície, ar, humidade e chuva salvo que esse corte diga outra coisa.
Porque pode uma margem verde ganhar uma cidade?
Após o recorte urbano, zona húmida, cultivo ou parque podem ficar num polígono. Essa zona pode encabeçar o ranking de calor. O índice ordena o calor. Não coroa um sítio para viver.
E o inverno ou uma cidade tropical?
A forma de mês quente é de conforto por calor: mais baixa é mais confortável. Um mês frio inverte essa direção sob a sua própria regra publicada. A regra publicada adapta-se às condições dessa cidade; não se forçam aos pesos de cima.
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